A hidra feminista

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“A Hidra Feminista”, de Ana Campagnolo, é uma obra crítica que compara o feminismo a uma criatura mitológica de várias cabeças, revelando como essa ideologia se multiplica em diferentes áreas da sociedade — como educação, política, mídia e até dentro das igrejas. De forma direta e fundamentada, a autora desmonta os discursos feministas com argumentos históricos, filosóficos e bíblicos, mostrando seus efeitos destrutivos na identidade feminina, na família e na fé cristã. Um livro necessário para quem deseja enxergar além da narrativa dominante.

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O que é “A Hidra Feminista”?

“A Hidra Feminista: A Mente Por Trás do Mito da Grande Revolução” é mais uma obra de Ana Caroline Campagnolo em sua série de livros que criticam o feminismo. Se você já ouviu falar dela, sabe que ela é uma historiadora e política brasileira conhecida por suas posições conservadoras.

Neste livro, Campagnolo aprofunda sua análise sobre o movimento feminista, usando a metáfora da “Hidra”. Na mitologia, a Hidra era um monstro de várias cabeças: quando uma era cortada, outras cresciam no lugar. A autora usa essa imagem para argumentar que o feminismo é uma ideologia que se adapta e se transforma, mas mantém um objetivo central que ela considera prejudicial. Ela explora as diferentes “cabeças” da Hidra – ou seja, as várias facetas e estratégias do feminismo – para mostrar como, por trás de diferentes bandeiras, há uma mesma “mente” ou intenção.

O livro busca desvendar o que a autora considera os pilares ideológicos e as estratégias do feminismo, analisando como ele se infiltra em diversas áreas da sociedade (como educação, política, cultura) e qual o impacto disso na família, nos valores tradicionais e na própria noção de masculino e feminino.

Quem é a Autora?

Ana Caroline Campagnolo (Itajaí, 26 de novembro de 1990) é historiadora, professora e política conservadora brasileira, filiada ao Partido Liberal (PL). Formada pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó, lecionou desde 2010 e se tornou pública em 2018 ao incentivar denúncias de “doutrinação” em sala de aula após a eleição de Bolsonaro. Eleita deputada estadual de Santa Catarina em 2018 e reeleita em 2022, ela é conhecida por sua defesa crua da cosmovisão cristã e pelos posicionamentos firmes contra o feminismo.

Principais obras

  • Feminismo: Perversão e Subversão (Vide, 2019)
    Seu livro de estreia, relançado em fevereiro de 2019 logo após sua posse, traça uma narrativa crítica do feminismo moderno — com cinco fases — considerando-o uma ameaça aos valores tradicionais do Ocidente. Tornou-se um sucesso de vendas, ultrapassando 50 mil cópias, e é considerado referência dentro do movimento antifeminista nacional

  • Guia de Bolso Contra Mentiras Feministas (2021)
    Manual prático que oferece argumentos curtos e concisos para confrontar ideias feministas, destinado especialmente ao público conservador.

  • O Mínimo sobre Feminismo (2022)
    Síntese enxuta dos conceitos antifeministas de Campagnolo, voltada para quem busca uma introdução rápida ao tema.

  • Ensino Domiciliar na Política e no Direito (2022) – coautoria com Isadora Palanca e David Amato. Aborda o homeschooling no contexto legislativo e jurídico.

  • O Sexo Privilegiado (2023) – coautoria com Martin Van Creveld. Discussão complementar à crítica de gênero, com análise histórica e filosófica

Para Quem é Indicado?

Este livro é ideal para você se:

  • Você já tem uma visão crítica ou cética em relação ao feminismo e busca mais argumentos e embasamento para suas ideias.
  • Você é um cristão conservador (especialmente evangélico) e sente que o feminismo contraria os ensinamentos da sua fé e os valores da sua família. O livro irá reforçar essa perspectiva.
  • Você quer entender o ponto de vista conservador sobre o feminismo. Mesmo que você não concorde, pode ser útil para conhecer os argumentos de uma das principais vozes antifeministas do Brasil.
  • Você busca defender valores tradicionais e quer entender como a autora vê a influência do feminismo na sociedade.
  • Você gostou dos outros livros da Ana Campagnolo, como “Feminismo: Perversão e Subversão” ou “Não Existe Cristã Feminista”, e quer aprofundar-se ainda mais no tema com a perspectiva dela.

Qual é a Editora?

A editora responsável por “A Hidra Feminista”, assim como a maioria das obras de Ana Caroline Campagnolo, é a Armada Editora. A Armada é uma editora conhecida por publicar livros de autores conservadores e por abordar temas relacionados à direita política e aos valores cristãos.

Se você busca uma leitura que desafie o feminismo e reforce uma visão conservadora e tradicional da sociedade, “A Hidra Feminista” é uma opção que se encaixa nesse perfil.

9.6Pontuação do especialista
A hidra feminista
Ótimo Livro
“A Hidra Feminista” é um alerta sobre como o feminismo moderno tem se infiltrado em diversas áreas da sociedade com diferentes rostos e discursos. Ana Campagnolo usa uma linguagem firme e acessível para mostrar como essa ideologia, longe de libertar as mulheres, tem corroído valores cristãos, enfraquecido a família e confundido gerações. Uma leitura provocadora para quem busca entender o impacto real do feminismo na cultura atual.
PROS
  • Linguagem acessível e direta
  • Ana escreve de forma simples, o que torna o livro fácil de ler até para quem não está acostumado com textos acadêmicos.
  • Crítica contundente e corajosa
  • O livro enfrenta de frente temas considerados “intocáveis” na sociedade atual, o que atrai leitores que valorizam posicionamentos firmes.
  • Abordagem cristã e conservadora
  • Para o público cristão, especialmente mulheres que rejeitam as pautas do feminismo moderno, a obra oferece uma defesa clara dos princípios bíblicos sobre identidade feminina.
  • Metáfora marcante (a hidra)
  • A comparação do feminismo com a hidra mitológica é criativa e ajuda a visualizar como a ideologia se multiplica em várias áreas (educação, cultura, política, igreja...).
  • Rica em referências e argumentos
  • A autora sustenta suas ideias com fatos históricos, citações e análises filosóficas, o que dá mais força ao seu ponto de vista.
CONT
  • Tom polêmico e agressivo em alguns momentos
  • O estilo combativo pode soar ofensivo para quem não compartilha da mesma visão, ou para quem espera uma abordagem mais conciliadora.
  • Generalizações
  • O livro trata o feminismo como um bloco único e maligno, sem diferenciar suas fases ou vertentes. Isso pode simplificar demais a complexidade do tema.
  • Poucas soluções práticas
  • Apesar de apontar os problemas do feminismo, o livro foca mais na denúncia do que na proposta de caminhos práticos para mulheres cristãs enfrentarem essa realidade no dia a dia.
  • Público-alvo limitado
  • Por ser uma obra com forte viés ideológico e religioso, pode não alcançar leitores seculares ou moderados — o que, dependendo da proposta, pode ser uma limitação ou uma escolha estratégica.

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